Bancários do ABC

BNDES: Agendada primeira reunião de negociações

Trabalhadores reivindicam manutenção de todos direitos previstos no Acordo Coletivo de Trabalho em vigência

Trabalhadores reivindicam manutenção de todos direitos previstos no Acordo Coletivo de Trabalho em vigência

A primeira reunião de negociação da Campanha Nacional dos Bancários 2020 com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) está agendada para a próxima terça-feira (18), a partir das 14h30. No entanto, as entidades representativas pediram a antecipação da reunião para segunda-feira (17) e aguardam uma resposta do banco.

Seja na segunda, ou na terça, a reunião será realizada por videoconferência e somente foi marcada após muita pressão da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), dos sindicatos e associações dos funcionários do BNDES. A informação foi anunciada pelo diretor de Pessoas e Cultura do banco, Rodrigo Aquino, que telefonou para o vice-presidente da Contraf-CUT, Vinícius de Assumpção, para marcar a rodada de negociação.

“Vamos apresentar uma proposta de pré-acordo para garantir os direitos estabelecidos pelo acordo vigente em função da demora do BNDES em definir um calendário de negociação e do pouco tempo que temos até a data-base, que é 1º de setembro”, afirmou Vinícius.

Assembleia histórica

No dia 3 agosto, os bancários do BNDES realizaram, por meio virtual (em função da necessidade de distanciamento social causado pela pandemia do novo coronavírus), uma assembleia com participação histórica para aprovar a minuta de reivindicações e autorizar a Contraf-CUT, os sindicatos e associações a representarem os trabalhadores do banco nas negociações.

“Os empregados do banco estão unidos em torno da defesa do BNDES e da preservação dos seus direitos. Tivemos uma eleição histórica da diretoria da AFBNDES, assim como uma mobilização inédita na aprovação da pauta de reivindicações (1.048 trabalhadores dentre os mais de 2 mil em todo o país)”, disse o presidente da Associação dos Funcionários do BNDES, Arthur Koblitz.

Fonte: Contraf-CUT

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