Governo Bolsonaro recua, mas ainda assim vai na contramão das ações protetivas adotadas em outros países que passam pela pandemia do coronavírus
Governo Bolsonaro recua, mas ainda assim vai na contramão das ações protetivas adotadas em outros países que passam pela pandemia do coronavírus
Objetivo é conscientizar sociedade a ficar em casa, protegendo bancários, clientes e usuários dos bancos
Banco atende reivindicação do movimento sindical e coloca 70% dos empregados em home office
Empresa não pagará salário; para movimento sindical, medida piora condições dos trabalhadores
O Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) se reúnem por videoconferência nesta manhã para tratar sobre as atividades da categoria nos estabelecimentos bancários e novas medidas a serem adotadas diante da pandemia causada pelo coronavírus (covid-19).
O Comando Nacional dos Bancários reivindicou medidas de segurança para proteger trabalhadores contra avanço do coronavírus. Saiba os detalhes do acordo entre bancos e a categoria na conversa com Juvândia Moreira, presidenta da Contraf-CUT e coordenadora do comando.
Duas das propostas foram atendidas: a redução no horário de atendimento e o controle no acesso às agências; Sindicato denunciou aglomeração nos bancos públicos registrada ontem (19)
Retirada de direitos também se faz presente na MP 905, que taxa até os desempregados
Movimento cobra padronização das medidas adotadas pelos bancos e maior agilidade de implantação, além de determinação pelo Banco Central de contingenciamento de acesso às agências, redução do horário de atendimento, suspensão de metas e das demissões