Embora as mulheres representem quase metade da força de trabalho no setor, as distorções salariais e as barreiras de acesso e ascensão aos cargos de liderança ainda são uma realidade amarga nos bancos. A diferença de remuneração chega a 18,4% — e se torna ainda mais brutal quando analisada sob o recorte de raça.
Na Campanha Nacional Unificada, estamos na luta pelo fim dessa disparidade, por aumento salarial e por melhores condições de trabalho para todas e todos. Não podemos esperar 40 anos pela igualdade real!
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