Os dados apresentados pela Caixa na mesa de negociação do dia 8 de julho reforçam uma cobrança central da Campanha Nacional 2026: é preciso acabar com o teto de 6,5% da folha para os gastos do banco com a saúde dos empregados e empregadas.
Quando a participação da Caixa fica limitada, quem paga a diferença são empregados, aposentados, pensionistas e dependentes.
A CEE-Caixa/Contraf-CUT defende o fim do teto, a retomada do modelo de custeio de 70% pela Caixa e 30% pelos usuários, a isonomia de direitos para os contratados após 2018, a melhoria da rede credenciada e mais transparência na gestão do plano.
A próxima reunião de negociação com a Caixa será no dia 17 de julho.
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Saúde Caixa é direito. O teto precisa cair.
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