Sindicato está nas agências da região para conversar com os empregados do banco e fazer a leitura de carta-aberta
Sindicato está nas agências da região para conversar com os empregados do banco e fazer a leitura de carta-aberta
Os Diretores do Sindicato estão hoje em várias agências da Caixa na região para leitura de uma carta-aberta que reivindica melhorias no plano de saúde dos empregados do banco, o Saúde Caixa. As principais demandas são o reajuste zero; melhor rede credenciada; direito ao plano pós-aposentadoria para todos e descentralização do atendimento aos participantes e prestadores de serviços.
Afinal de contas, as empregadas e os empregados da Caixa são os responsáveis pelos bons resultados que o banco vem obtendo há muitos anos. Como o registrado no 1º trimestre deste ano, quando teve 75,1% de aumento no lucro em comparação com o mesmo período de 2024. Mas esse esforço não vem sendo reconhecido nem mesmo numa área crucial, que é a da saúde.
Isso porque a Caixa não retirou de seu Estatuto o teto de gastos com a saúde de seus empregados, o que a impede de arcar com os 70% dos custos do Saúde Caixa como definido no Acordo Coletivo específico. E assim os trabalhadores têm que pagar um percentual cada vez maior dos custos do plano, tornando o valor das mensalidades insustentável para muitos. “Fizemos uma atividade nacional, um dia de luta com esclarecimentos e união dos empregados da Caixa, reforçando nossa reivindicação por melhorias e redução no custo do Saúde Caixa, para que possa ser acessível a todos”, afirma o presidente do Sindicato, Gheorge Vitti.
Já o secretário de Relações Sindicais do Sindicato, Hugo Saraiva, destaca que a manutenção do teto de 6,5% da folha de pessoal para custeio do plano “vem prejudicando os empregados e empregadas do banco e, se a Caixa não atender nossas reivindicações o Saúde Caixa pode se tornar inviável para a maioria”.
“Além da questão do custo, o Saúde Caixa já deixa a desejar por conta da piora no atendimento e da redução da rede credenciada. Queremos um plano com custeio justo e solidário e de boa qualidade”, completa Inez Galardinovic, secretária de Formação do Sindicato.
Além disso, em várias localidades do País não há especialistas médicos, e não compensa se manter no plano para não ter atendimento.
Leia a carta-aberta abaixo e acompanhe a publicação de vídeo das atividades nas redes sociais do Sindicato.

