Bancários do ABC

Greve continua: bancário não deve aceitar intimidações para voltar ao trabalho

Banqueiros frustram trabalhadores ao não avançar na negociação e tentar impor retomada ao trabalho; Comando Nacional orienta pelo fortalecimento da greve

A greve dos bancários entrou hoje em seu 11º dia sem nenhum avanço nas negociações. O resultado do processo negocial frustra a categoria, que ainda teve que conviver com intimidações para voltar ao trabalho nesta sexta, 16.

“A Fenaban desrespeita os bancários ao oferecer um reajuste menor do que a inflação, rebaixando os salários. Além disso, os bancos tentam impor aos trabalhadores que se desloquem a agências abertas para tentar acabar com a paralisação. Mas não vão conseguir”, denuncia o presidente do Sindicato, Belmiro Moreira.

Ele acrescenta que qualquer intimidação deve ser denunciada e, se possível, registrada (como no caso de e-mails) e encaminhada ao Sindicato, para que sejam tomadas medidas jurídicas cabíveis. Com as negociações paradas nesse momento, a orientação do Comando Nacional é de fortalecimento da greve. Nesta sexta, o movimento atingiu 385 agências no Grande ABC, num total de 6.530 trabalhadores.

 A reivindicação da categoria bancária é de 14,78%, que corresponde à reposição da inflação acumulada do período e aumento real de 5%. Os banqueiros ofereceram reajuste de 7% (2,39% abaixo da inflação) e um abono de R$ 3.300. “O abono não incorpora no salário e nas demais verbas (FGTS, férias, 13º salário etc). É um dinheiro que desaparece no próprio mês em que é recebido”, alerta o presidente do Sindicato.

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