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No próximo dia 26 de setembro o Sindicato realizará um debate sobre a atual situação do Saúde Caixa.Neste debate serão discutidas as propostas de mudanças do governo ilegítimo de Michel Temer no plano de saúde dos empregados da Caixa.

"É muito importante a participação de todos os funcionários da Caixa da região pois a direção do Banco tem cumprido à risca a ´missão´ de mudar as relações trabalhistas", disse Jorge Furlan, diretor do Sindicato e membro da Comissão de Empregados do banco.

O evento, que acontecerá a partir das 19 horas na Sede Social do Sindicato, terá a participação de Ivanilde Moreira de Miranda, representante do Conselho de Usuários do Saúde Caixa e de Plínio Pavão, membro do GT Saúde Caixa.

“É preciso que os bancários da Caixa conheçam a fundo o que está em jogo, para que possamos lutar por nossos direitos", finaliza Furlan.

O endereço da Sede Social do Sindicato é rua Xavier de Toledo, 268 - Centro de Santo André. Participe!

 

convite saude caixa

Banco é um dos poucos que não respondeu à solicitação anterior feita pela Contraf-CUT

A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) enviou nesta quinta-feira (14) um ofício à Caixa Econômica Federal solicitando a antecipação do pagamento da primeira parcela da Participação nos Lucros e/ou Resultados (PLR).

A Contraf-CUT já havia feito a solicitação por meio de ofício entregue durante a última reunião entre o Comando Nacional dos Bancários e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), realizada no dia 24 de agosto. A maioria dos bancos já anunciaram a data do pagamento antecipado e o Banco do Brasil já o efetuou no dia 31 de agosto.

Regras da PLR da Caixa

As regras da PLR da Caixa estão disponíveis no acordo específico, que pode ser baixado no site da Contraf-CUT. A título de adiantamento, conforme previsto no acordo, a Caixa deve efetuar o pagamento de 60% do total devido a cada empregado.

Os valores totais da PLR são compostos pela Regra Fenaban e pela Regra Adicional Caixa.

A Regra Fenaban corresponde a 90% da remuneração já com o reajuste de 1º de setembro de 2017, acrescido de R$ 2.183,53. Este valor deve ser reajustado pelo INPC/IBGE acumulado entre setembro de 2016 e agosto de 2017, acrescido de 1%, conforme estabelecido no Acordo Coletivo de Trabalho, mais um adicional correspondente a 2,2% do lucro líquido apurado no exercício de 2017, dividido pelo número total de empregados com direito a receber a PLR, limitado a R$ 4.367,07, devidamente reajustado. O total apurado na Regra Básica estará limitado a 12,8% do lucro líquido do banco no exercício de 2017.

A Regra Adicional Caixa corresponde a 4% do lucro líquido do banco no exercício de 2017, distribuída linearmente entre os empregados, proporcionalmente aos dias trabalhados no período. Este adicional é vinculado ao desempenho da Caixa nos programas de governo.

Fonte: Contraf-CUT

Nesta quinta-feira, dia 14, os diretores do Sindicato realizaram atividade no centro de Santo André como parte do Dia Nacional de Luta em Defesa dos Bancos Públicos. Durante a atividade foram distribuídos material para clientes e usuários da Caixa e do Banco do Brasil, com explicações da importância destes bancos e, também, coletaram assinaturas para o abaixo-assinado contra os desmontes que vêm sendo promovidos pelo governo federal.

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Diretores do Sindicato alertam sobre riscos da privatização e distribuem carta-aberta Em prosseguimento às atividades em defesa da Caixa pública, contra a privatização do banco e a precarização de direitos dos empregados, diretores do Sindicato realizam nesta quarta, 30, atividades em agências do banco na cidade de Mauá, nos bairros Itapark e Vila Assis. As manifestações na Caixa estão acontecendo todas as quartas-feiras como forma de denunciar o que ocorre e alertar a sociedade sobre os riscos da privatização pretendida pelo governo Temer, que já oficializou a venda da Lotex (loteria instantânea) e anunciou a de muitas outras empresas em setores estratégicos para o País, como o de energia, transportes, petróleo etc. Um carta-aberta está sendo distribuída à população durante as atividades. O Sindicato também já encaminhou às câmaras municipais do Grande ABC a solicitação de moções de apoio aos bancos públicos, já que eles são importantes instrumentos de desenvolvimento regional e do País.  

Em plenária realizada em novembro do ano passado com funcionários da Caixa ficou decidido que o Sindicato ingressaria com duas ações coletivas: a 7ª e 8ª horas para tesoureiros e o pagamento de quebra de caixa para tesoureiros, avaliadores de penhor e os próprios caixas e, no início deste ano, a entidade entrou com essas ações sendo que a ação de quebra de caixa para os caixas foi julgada procedente na semana passada.

“Essa decisão é de primeira instância e temos que aguardar a segunda instância, pois cabe recurso, no entanto já é um grande passo para a vitória e será uma grande conquista do Sindicato”, disse Jorge Furlan, diretor do Sindicato e membro da Comissão de Empregados do banco.

A ação pede o pagamento do valor referente à quebra de caixa para os sócios que trabalham na região do ABC e que exercem ou exerceram a função de caixa nos últimos cinco anos. Foram pedidos também os reflexos da quebra de caixa em sábados, domingos, feriados, 13º salário, férias e adicional de 1/3, FGTS e demais verbas de caráter salarial.